Abalô, uma escrevivência em constante movimento

Desde 2017, a Abalô vem sendo construída entre matéria, pesquisa, criação, encontros e circulação.

Uma história que começou pequena, feita à mão e, pouco a pouco, foi encontrando novos caminhos para existir — nas feiras, nas ruas, na internet, em projetos, instituições, parcerias e, principalmente, nos (re)encontros com as pessoas.

  • 2017 — Onde tudo começa

A Abalô nasce da vontade de criar adornos e experimentar possibilidades.

Os primeiros brincos eram feitos de tecido. Vieram os botões, os colares de tecido, os turbantes, as tiaras e muitas outras experimentações.

Era o começo de uma iniciativa que ainda estava descobrindo sua própria linguagem.

  • 2018–2019 — Pesquisa, experimentação e identidade

Os búzios começam a ganhar espaço nas criações e, com eles, chegam novas perguntas, referências e possibilidades.

A pesquisa sobre estética, ancestralidade, corpo, identidade e cultura negra passa a atravessar cada vez mais o fazer da Abalô.

A criação deixa de ser apenas sobre fazer acessórios e começa a se tornar também uma forma de investigar, comunicar e afirmar.

  • 2020 — Quando o mundo parou, a Abalô se reinventou

As feiras pararam. Os encontros presenciais deixaram de acontecer.

Foi preciso encontrar outras formas de continuar.

A Abalô mergulhou no digital: fotografia, vídeos, lives, comunicação, vendas pela internet e novas maneiras de apresentar as peças.

Foi também quando a casa virou ateliê, estúdio, estoque, cenário e ponto de expedição.

  • 2020–2022 — Aprender a fazer a Abalô existir

Por trás das peças, havia muito mais para aprender.

Embalagens, fretes, logística, atendimento, fotografia, comunicação, organização e tantas outras tarefas passaram a fazer parte do cotidiano.

A Abalô crescia enquanto eu aprendia a fazê-la existir.

E a comunidade também crescia junto.

  • 2022–2024 — Circular para crescer

A Abalô começa a ocupar novos espaços e a circular para além de Campinas.

Feiras, eventos, viagens, encontros e novas parcerias ampliam os caminhos da marca.

Cada deslocamento trazia não apenas uma oportunidade de venda, mas também novas referências, pessoas, trocas e possibilidades.

  • 2023 — Um novo espaço de encontro

As peças da Abalô passam a fazer parte da loja do Museu Afro Brasil, em São Paulo.

Um encontro importante entre a produção autoral da marca e um espaço dedicado à preservação, valorização e difusão das culturas negras.

A Abalô passa a circular também em territórios institucionais e culturais.

  • 2024–2025 — Novos caminhos

A marca segue experimentando formatos, parcerias e possibilidades.

As criações chegam a novos projetos, lojas, produções de moda, cursos de design de moda, televisão e diferentes espaços de circulação.

A cada novo lugar, a Abalô amplia sua rede sem perder aquilo que sustenta sua criação: pesquisa, manualidade, identidade e presença.

  • 2025–2026 — Ocupando novos lugares

Editais, projetos, encontros, desfiles, eventos e novas parcerias passam a fazer parte da trajetória.

A Abalô chega a outros territórios e públicos, levando consigo uma produção que nasceu pequena, mas nunca deixou de se movimentar.

  • 2026 — Um novo capítulo

Depois de quase uma década de criação, pesquisa, trabalho e reinvenção, a Abalô entra em um novo momento.

Com mais espaço para se dedicar integralmente à marca, novos projetos começam a ganhar forma.

O que permanece é o desejo de criar adornos que carreguem presença, beleza, identidade e ancestralidade — feitos para circular, encontrar corpos e criar conexões.

  • 2017 → hoje

Nove anos de criação, pesquisa, circulação e transformação.

A Abalô continua em movimento.

A história continua…